De Guardianes del Bosque a Socios en el Clima y la Biodiversidad: Promoviendo la Gestión Forestal Sostenible Liderada por Pueblos Indígenas
Un documento de política preparado por la Fundación Indígena FSC
FSC IF
A medida que el mundo se prepara para la COP30 en Belém, Brasil, la Fundación Indígena FSC hace un llamado a un cambio transformador en la gobernanza climática global: reconocer a los Pueblos Indígenas no solo como partes interesadas, sino como titulares de derechos y co-creadores de soluciones. Nuestro nuevo documento de política destaca cómo la gestión forestal liderada por Pueblos Indígenas, basada en el conocimiento tradicional y la gobernanza colectiva, es esencial para alcanzar los objetivos globales de clima, biodiversidad y sostenibilidad. Los Pueblos Indígenas protegen y conservan gran parte de la biodiversidad restante del planeta, ofreciendo enfoques comprobados para la resiliencia, la conservación y la vida sostenible.
El documento enfatiza que el liderazgo indígena debe integrarse en cuatro áreas clave de política: la gestión forestal sostenible, el conocimiento tradicional, el acceso directo a financiamiento y los enfoques de carbono y no basados en el mercado. Hace un llamado a valorar los sistemas de gobernanza indígena como modelos de sostenibilidad, garantizar la toma de decisiones indígena en los marcos forestales y climáticos, y reformar los sistemas financieros para proporcionar acceso directo y flexible a los fondos. También aboga por el reconocimiento del conocimiento indígena en el marco de la Plataforma de Comunidades Locales y Pueblos Indígenas (LCIPP) como equivalente al conocimiento científico, al tiempo que protege los derechos culturales e intelectuales.
En el centro de este mensaje se encuentra un cambio de mentalidad: pasar de la inclusión a la asociación, y de la consulta al liderazgo compartido. Lograr una verdadera justicia climática requiere el reconocimiento global de los derechos, la sabiduría y la gobernanza de los Pueblos Indígenas como pilares fundamentales de la acción climática. Mientras el mundo mira hacia la COP30, la Fundación Indígena FSC invita a los gobiernos, las instituciones y los aliados a unirse a los Pueblos Indígenas como socios y líderes en la creación de un futuro sostenible y equitativo para todos. 🌿
Encuentre el resumen de la política a continuación:
Para consultas generales, contacte a fsc.if@fsc.org. Si desea contactar a nuestra Directora General, escriba a Minnie Degawan en managingdirector.if@fsc.org, mujer Kankanaey-Igorot de Filipinas. Para comunicaciones o colaboraciones con medios, contacte a María De León en m.deleon@fsc.org, Jefa de Comunicaciones y mujer Guna de Panamá.
O Forest Stewardship Council e a Fundação Indígena FSC na COP30
COP30, Belém, Brasil
FSC IF
Encontre-nos na COP 30
Dada a urgência da crise climática, a oportunidade histórica para a tomada de decisões sobre as florestas e o clima, e a importância de estar presente e defender a gestão florestal e as soluções baseadas na natureza enquanto algumas partes interessadas dão um passo atrás, o FSC e a Fundação Indígena FSC estarão presentes na COP 30.
Para garantir uma participação mais eficaz, nossa delegação fará uma rotação dos crachás ao longo da conferência. Convidamos você a entrar em contato com nossos delegados com antecedência ou durante o evento para marcar uma reunião.
FSC
Subhra Bhattacharjee, Diretor Geral, FSC
Sharon London, Diretora de Parcerias, FSC I&P
Anand Punja, Diretor de Relações com as Partes Interessadas, FSC
Elson Fernandes, Diretor Executivo, FSC Brasil
Niamh Brannigan, Chefe de Comunicações, FSC
Patrick Epie, Coordenador, Bacia do Congo e África Ocidental, FSC África
Nadia Gómez, representante do Comitê Permanente de Povos Indígenas do FSC para a América do Sul
Olga Kostrova, representante do Comitê Permanente de Povos Indígenas do FSC para a Rússia
Carlos Blandón, líder do Programa de Desenvolvimento Comunitário, Fundação Indígena FSC
María de León, chefe de Comunicações, Fundação Indígena FSC
Junte-se a nós nos eventos paralelos
O FSC organiza e participa de eventos importantes da COP30, incluindo o Pavilhão Florestal, o Pavilhão Indígena, a Cúpula da Fundação Mundial do Clima, o Fórum Global sobre Paisagens Climáticas 2025, o Simpósio pré-COP30 e muitos outros, nos quais é demonstrado como o manejo florestal responsável impulsiona a ação climática, a proteção da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável em todo o mundo.
Painel 4: Impacto verificado dos serviços ecossistêmicos: estabelecendo pontes entre dados, riscos e finanças: Este painel explora como os dados florestais verificados podem causar impacto por meio de afirmações confiáveis, esclarecer avaliações de riscos financeiros e fortalecer os sistemas de diligência prévia. Os especialistas discutirão o papel da verificação por terceiros, as metodologias de dados emergentes e como as abordagens baseadas em dados podem ajudar as empresas e as instituições financeiras a gerenciar os riscos relacionados à silvicultura e a coinvestir com confiança.
Moderadora: Sharon London, FSC Investimentos e Parcerias
10 de novembro | 14h00-18h00 | Pavilhão Florestal – Zona Azul
Florestas e bioeconomia: madeira, produtos florestais não lenhosos, economia circular, inovações em bioeconomia, biotecnologia
Criação conjunta de uma bioeconomia florestal próspera: Este evento paralelo ao Fórum das Nações Unidas sobre Florestas (FNUF) reúne o FSC Brasil, a União Internacional de Institutos de Pesquisa Florestal (IUFRO), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o governo austríaco para explorar como a colaboração e os dados verificados podem estimular uma bioeconomia florestal sustentável e inclusiva.
11 de novembro | 17h55-18h55 | Pavilhão dos Povos Indígenas – Zona Azul
Do Panamá a Belém: reforço da coordenação entre as convenções do Rio graças a estruturas lideradas por povos indígenas – Fundação Indígena FSC
Sessão de acompanhamento
Esta sessão baseia-se na reunião SB8J-01 da CDB, realizada no Panamá em outubro de 2025, e dá continuidade às discussões sobre a coordenação entre as três convenções do Rio (mudanças climáticas, biodiversidade e desertificação) do ponto de vista dos povos indígenas. Em colaboração com a Nia Tero, o IWGIA, o Caucus Indígena da CNULD, o IIFB e o IIPFCC, a sessão se concentrará na conversão das recomendações anteriores em estratégias concretas lideradas pelos povos indígenas, na identificação de prioridades comuns e no fortalecimento da liderança indígena na governança ambiental global.
12 de novembro | 10h00-12h00 | Pavilhão Florestal – Zona Azul
Defendendo o papel dos povos indígenas na gestão florestal: acesso a ferramentas e mecanismos de financiamento direto
Esta sessão destaca o papel fundamental dos povos indígenas como guardiões das florestas e da biodiversidade. Especialistas da Fundação Indígena FSC, da The Tenure Facility e do Fundo Verde para o Clima apresentarão a liderança indígena na gestão florestal, compartilharão suas conquistas e desafios e explorarão maneiras de fortalecer os mecanismos de financiamento direto e a tomada de decisões inclusivas para a conservação liderada por indígenas.
Moderadora: María de León, Fundação Indígena FSC
12 de novembro | 15h00-16h30 | Sala de eventos paralelos 6 – Zona Azul
Melhorar o acesso direto dos povos indígenas ao financiamento climático – FNUB e Fundação Indígena FSC
Este evento paralelo à COP30, organizado pelo Fundo para a Posse da Terra em colaboração com a CIPRED, a Fundação Indígena do FSC (FSC-IF) e a Tebtebba, explora estratégias para fortalecer o acesso direto dos povos indígenas ao financiamento climático. O debate contará com a participação de Myrna Cunningham Kain (Fundo Pawanka), Dra. Pasang Dolma Sherpa (CIPRED), Kimaren Ole Riamit (ILEPA), Helen Magata (ELATIA e Tebtebba), María De León (Fundação Indígena do FSC – FSC-IF), Eleni Kyrou (Fundo Verde para o Clima – GCF), Leif John Fosse (Iniciativa Internacional da Noruega sobre Clima e Florestas – NICFI), Yuli Prasetyo Nugroho (Ministério do Meio Ambiente e Silvicultura da Indonésia), Dewi Suralaga (Aliança para o Clima e o Uso da Terra – CLUA) e Terena Peres de Castro (Programa de Pequenos Doações do GEF – SGP Brasil), moderado por Nonette Royo (Tenure Facility). Juntos, eles debaterão maneiras de aumentar o acesso dos povos indígenas ao financiamento climático, harmonizar mecanismos como o GCF com compromissos florestais e de posse da terra e superar os atuais 1% dos fundos que chegam aos povos indígenas.
13 de novembro | 10:30-12:00 | Pavilhão Nature Hub – Zona Azul
A natureza nas cadeias de abastecimento: mesa redonda sobre os desafios técnicos e operacionais e as soluções para integrar os desafios relacionados com a natureza nas cadeias de abastecimento: Esta sessão irá explorar como as empresas podem identificar, gerir e mitigar os riscos e as dependências relacionados com a natureza nas suas cadeias de abastecimento.
Moderador: Jack Hurd, Fórum Econômico Mundial
Painelistas: Angela Pinhati (Natura), Sharon London (FSC Investment & Partnerships), Dan Nepstad (Earth Innovation Institute)
14 de novembro | 11h05-11h35 | Assembleia Paraense, Belém, Brasil
Fireside Chat 4B: Modelos de governança para a gestão florestal na prática: Esta sessão analisará como os modelos de governança inclusivos capacitam os povos indígenas e as comunidades locais a liderar a gestão florestal, integrando direitos, conhecimentos e prioridades nas políticas e na gestão da terra. O Dr. Subhra Bhattacharjee, diretor geral do Forest Stewardship Council (FSC), compartilhará como o sistema de governança do FSC demonstra a liderança compartilhada na prática.
14 de novembro | 11h15-12h15 | Pavilhão das Normas – Zona Azul
O papel das normas internacionais de sustentabilidade e o comércio
Esta mesa redonda reunirá especialistas da ISO, das Nações Unidas, de governos, da Fundação Indígena FSC, do mundo acadêmico e do setor privado para debater como as normas internacionais podem melhorar a ambição ambiental, fortalecer a resiliência comercial e impulsionar um impacto real no mundo.
Elson Fernandes (FSC Brasil) apresentará como a certificação FSC apoia a sustentabilidade e a inovação no setor da construção civil, promovendo o abastecimento responsável.
14 de novembro | 15h30-16h15 | Pavilhão Florestal – Zona Azul
As florestas estão contribuindo para suas contribuições determinadas nacionalmente (NDC) da maneira esperada?
Participe desta sessão do Pavilhão Florestal da COP30 para debater as compensações entre as metas climáticas de curto prazo e a resiliência florestal de longo prazo nas regiões boreais e temperadas. Entre os palestrantes estão James Lloyd (Nature4Climate, moderador), Anand Punja (FSC), Kate Lindsay (FPAC) e Deger Saygin (OCDE).
14 de novembro | 17h00-18h00 | Pavilhão CNI – Zona Azul
Dos dados à decisão: o poder da rastreabilidade
15 de novembro | 10h00-11h00 | Pavilhão Florestal – Zona Azul
Grande inauguração do Fórum das Nações Unidas sobre Florestas (FNUF)
A grande inauguração do FNUB no Pavilhão Florestal reunirá líderes de alto nível para destacar o papel fundamental das florestas e dos povos indígenas na promoção dos objetivos globais em matéria de clima e biodiversidade. O ministro federal Norbert Totschnig, do Ministério da Agricultura, Silvicultura, Clima e Proteção Ambiental da Áustria, a ministra Sonia Guajajara, do Ministério dos Povos Indígenas do Brasil, e o Dr. Subhra Bhattacharjee, diretor-geral do Conselho de Administração Florestal (FSC), inaugurarão o evento e estabelecerão as bases para a ação colaborativa em prol do manejo florestal sustentável.
15 de novembro | 16h40-17h40 | Pavilhão dos Povos Indígenas – Zona Azul
Dos direitos às alianças: trabalhando juntos pela natureza – Fundação Indígena FSC
Esta sessão do Pavilhão dos Povos Indígenas da COP30 em Belém, Brasil, destacará as alianças e inovações lideradas por indígenas que geram impactos mensuráveis e definidos pela comunidade em matéria de clima, biodiversidade e valores culturais. Dando continuidade à Semana do Clima de Nova York, o debate destacará como a liderança indígena está estabelecendo novos padrões para economias alinhadas com a natureza e com emissões líquidas zero, oferecendo às empresas e aos investidores caminhos confiáveis para a colaboração e o impacto.
O painel contará com Minnie Degawan como moderadora (Fundação Indígena FSC – FSC-IF), Grace Balawag (Tebtebba) e Fermín Chimatani Tayori (Associação Nacional de Executores do Contrato de Administração de Reservas Comunais – ANECAP) como palestrantes. Juntos, eles explorarão as abordagens lideradas pelos povos indígenas em matéria de governança, finanças e inovação que fortalecem as alianças para as pessoas e o planeta.
17 de novembro | 9h00-10h15 | Action on Food Hub (EIT) – Zona Azul
Sessão plenária inaugural: Como resolver realmente o problema climático: A sessão plenária inaugural reunirá líderes mundiais para explorar soluções climáticas práticas baseadas no conhecimento indígena, na ciência e na tecnologia. Os palestrantes, entre os quais Niels Annen (BMZ, Alemanha), Éliane Ubalijoro (CIFOR-ICRAF), Dr. Subhra Bhattacharjee (FSC), José Renato (Universidade de Bonn), Kumi Naidoo (Iniciativa do Tratado de Não Proliferação de Combustíveis Fósseis, Africans Rising) e Amy Duchelle (FAO) — debaterão como a colaboração pode impulsionar a adaptação, fortalecer as sinergias da Convenção do Rio e acelerar a ação climática.
17 de novembro | 11h30-12h30 | Pavilhão da Francofonia – Zona Azul
Soluções baseadas na natureza para preservar o modelo de gestão sustentável das florestas tropicais na África Central: o caso do Gabão
18 de novembro | 14h00-14h50 | Pavilhão Florestal – Zona Azul
Sessão 5: As florestas da África Central no centro da ação climática global: ação conjunta, financiamento e perspectivas para 2025-2030
Este painel de especialistas de alto nível, convocado durante o Dia das Florestas da Bacia do Congo da FNUF, reunirá instituições líderes — a COMIFAC, a Aliança Florestal da Bacia do Congo (CBFP), o Conselho de Manejo Florestal (FSC), a Iniciativa Florestal da África Central (CAFI) e a GIZ — para explorar o futuro das florestas da Bacia do Congo.
20 de novembro | 15h20-16h35 | Auditório 3 da AgriZone (Embrapa)
Nesta sessão, Elson Fernandes (FSC Brasil) apresentará como a solução Verified Impact do FSC conecta a avaliação dos serviços ecossistêmicos — como armazenamento de carbono, regulação da água e proteção da biodiversidade — com as estratégias empresariais, impulsionando a sustentabilidade e trazendo benefícios mensuráveis para a natureza e as pessoas.
20 de novembro | 15:20-16:35 | Evento paralelo Sala 7 – Zona Azul
Economias florestais dirigidas pela comunidade: mudança de políticas e finanças para as pessoas, a natureza e o clima
Organizada pela CMNUCC e pelo Instituto de Recursos Mundiais (WRI), esta sessão de alto nível destacará a mudança dos modelos extrativistas para o empoderamento das comunidades, conectando evidências, experiências vividas e políticas. Líderes indígenas e mulheres, cientistas e parceiros políticos da Amazônia, da bacia do Congo e do sudeste asiático, incluindo representantes da Fundação Indígena FSC, identificarão os próximos passos além da COP30 para harmonizar políticas, finanças e cultura, a fim de ampliar soluções florestais equitativas e baseadas na natureza para 2026 e além.
O FSC também anunciará uma nova e empolgante parceria que abre novas oportunidades para o manejo florestal sustentável. Não perca esta oportunidade de descobrir iniciativas impactantes que moldarão o futuro de nossas florestas.
Se você estiver interessado em nossos palestrantes para outros eventos, entre em contato com Sharon London em s.london@fsc.org.
Se você deseja entrar em contato com a Fundação Indígena do FSC, envie um e-mail para fsc.if@fsc.org com cópia para managingdirector.if@fsc.org.
Solicitação de Serviços de Consultoria: Execução de Atividades de Comunicação para a Fundação Indígena FSC
Apoie a implementação da estratégia global de comunicação da FSC-IF
FSC IF
Introdução A Fundação Indígena FSC convida pessoas indígenas interessadas e qualificadas a apresentar propostas para uma consultoria na execução de atividades de comunicação. Essa função apoiará a implementação da estratégia global de comunicação da organização por meio da produção de conteúdo, ações de visibilidade e engajamento de partes interessadas.
📄 Recomendamos revisar atentamente os Termos de Referência completos e baixar o anexo com as Condições Gerais do contrato disponíveis ao final desta publicação.
🌿 Sobre a Fundação Indígena FSC A Fundação Indígena FSC (FSC-IF) é uma organização global sem fins lucrativos criada por e para os Povos Indígenas. Promove o manejo florestal sustentável e a defesa dos direitos coletivos em escala mundial. A FSC-IF trabalha com Povos Indígenas na Ásia, África e América Latina para fomentar a autodeterminação, fortalecer os sistemas de governança e proteger os territórios, integrando o conhecimento tradicional em soluções de desenvolvimento.
💡 Aviso Esta chamada está aberta a pessoas indígenas de todo o mundo. Os candidatos devem ser bilíngues e fluentes em inglês; outros idiomas são considerados um diferencial. Os consultores selecionados também deverão ser flexíveis em seus horários para participar de reuniões online, já que o escritório da Fundação Indígena FSC está localizado na Cidade do Panamá, América Central (fuso horário: UTC-05:00).
TERMS OF REFERENCE
Consultancy on Communications Activities Execution
FSC INDIGENOUS FOUNDATION
1. CONTRACT CONDITIONS
Name: Consultancy on Communications Activities Execution – FSC Indigenous Foundation.
Type of consulting: Consulting agreement with payments tied to the deliverables specified in the payments and deliverables section.
Contract period: October – November
Location: Remote
Person in charge: Direct reporting to the Head of Communications at the FSC Indigenous Foundation
2. INFORMATION ABOUT THE FSC INDIGENOUS FOUNDATION
In 2019, the Forest Stewardship Council (FSC) established the FSC Indigenous Foundation (FSC-IF) as the operational office of the Permanent Indigenous Peoples Committee (PIPC). FSC-IF, a private interest foundation under Panamanian law, exists to secure Indigenous Peoples’ rights and promote sustainable forest-based solutions across 300 million hectares of Indigenous forests.
We are Indigenous Peoples, guided by ancestral knowledge, practices, values, and respect for Mother Earth. We provide Indigenous-led solutions to global challenges by integrating Indigenous values, rights, livelihoods, ecosystem services, and territories into forest governance, climate change policies, and market systems.
Our work is guided by Indigenous values:
Respect for Mother Earth – recognizing our duty as caretakers of lands, waters, and ecosystems for future generations.
Respect for Ancestral Knowledge – honoring our ancestors by sustainably managing resources and valuing traditional wisdom.
3. CONTEXT
Communications play a vital role in amplifying Indigenous voices, raising awareness of Indigenous-led solutions, and strengthening FSC-IF’s presence at global, regional, and local levels. The Communications Unit works to develop and implement culturally appropriate communication strategies, enhance visibility, and promote Indigenous Peoples’ narratives in global dialogues on forests, climate change, and rights.
The Communications Consultant will provide support to the Head of Communications, ensuring timely content creation, and logistical support for communication products. This role will strengthen the visibility of FSC-IF programs, projects, and initiatives through consistent and culturally sensitive communications.
4. OBJECTIVES OF THE CONSULTING
General Objective The Communications Consultant will support the FSC-IF Communications Unit in the implementation of the global communication strategy by assisting with content production, visibility actions, and stakeholder engagement.
Specific Objectives
Assist with the preparation of communication materials, including a policy brief, and a report.
Help monitor media mentions, digital trends, and analytics to inform communication efforts.
5. ACTIVITIES
The Consultant will assist the head of communications in the following deliverables:
Policy brief, for use by FSC-IF and FSC PIPC for UNFCCC CoP30 that details the official agenda items of importance to IPLCs, what to expect and how to effectively participate.
Assist in drafting a communication material: a summarized and concise report.
COP30 activities report (summary version): 4-8 pages, a concise COP30 activities report (text-focused, light on design)
6.1. QUOTATION:
We invite interested parties to submit letters of interest including a quotation of the cost of services based on the outlined deliverables. Deadline for submission of such will be on September 25th this document “Terms of Reference: Consultancy on Communications Activities Execution for FSC-IF.” Please include the taxes for this work in case it’s necessary.
6.2. PERIOD:
The contract will run from October through November; however, it is deliverable-based rather than time-bound. Payment will be issued upon submission and acceptance of the agreed deliverables.
6.3. PAYMENT METHOD:
Bank transfer locally and internationally.
Payments remain tied to the successful submission of deliverables and reports.
7. MINIMUM REQUIREMENTS AND REQUIRED SKILLS
Bachelor’s degree in communications, journalism, public relations, or a related field.
Minimum 1–2 years of experience in communications, preferably in Indigenous, environmental, or development sectors.
Ideally bilingual: Strong skills in writing, editing, and translating (English and/or Spanish required; proficiency in Indigenous or other languages is an asset).
Strong organizational and coordination skills, with attention to detail.
Ability to work collaboratively in multicultural environments.
Sensitivity and respect for Indigenous Peoples’ rights, values, and perspectives.
Active members of Indigenous Peoples are encouraged to apply.
8. HOW TO APPLY
Interested candidates are invited to send their CV, LinkedIn profile link (if any), Quotation, and Motivation Letter to procurement.fscif@fsc.org by September 25th at 17:00 Panama Time.
Subject line: Consultancy on Communications Activities Execution – FSC Indigenous Foundation
9. INTELLECTUAL PROPERTY RIGHTS
All materials, content, and outputs produced during this consultancy will remain the property of the FSC Indigenous Foundation.
10. CONFIDENTIALITY
The consultant agrees to maintain confidentiality of all information and materials obtained during the consultancy and not to disclose them without prior authorization from FSC-IF.
11. CONFLICT OF INTERESTS
Any potential conflict of interest must be disclosed to FSC-IF management, which will determine appropriate measures to resolve it.
Da terra ao palco global: mulheres indígenas se preparam para a COP30
Um treinamento regional coorganizado pela DGM Global, Conservation International e a Fundação Indígena FSC durante a Semana do Clima do Panamá 2025
FSC IF
Durante a Semana do Clima do Panamá 2025, ocorreu um poderoso encontro de mulheres líderes indígenas de toda a América Latina. O Workshop de Capacitação para Mulheres Indígenas na Defesa das Negociações sobre Clima e Biodiversidade — organizado pelo Mecanismo de Doação Dedicada (DGM), Conservação Internacional e Fundação Indígena FSC — criou um espaço para diálogo, aprendizagem e ação coletiva. Participantes do México, Colômbia, Equador, Honduras, Brasil e Guatemala se reuniram para fortalecer suas habilidades técnicas, trocar experiências e aprofundar seu impacto na governança ambiental global. Quer já estivessem envolvidas em advocacy nacional ou iniciando sua jornada, elas compartilhavam um compromisso comum: promover a liderança indígena nas negociações sobre clima e biodiversidade.
Reflexões das mulheres indígenas líderes
A aprendizagem surge não só através do conhecimento técnico, mas também através do diálogo intergeracional e da revitalização da sabedoria ancestral. Durante o workshop, as participantes partilharam várias reflexões:
A COP começou há 33 anos, mas os compromissos estabelecidos não avançaram significativamente nas últimas três décadas. Observou-se que muitas decisões continuam concentradas nas mãos dos governos e que é necessário integrar o conhecimento ancestral nas políticas climáticas para garantir um progresso sustentável e coletivo.
Os participantes também reconheceram a complexidade das questões climáticas e observaram que muitas vezes elas não são comunicadas de forma acessível às comunidades. Eles pediram que os conceitos técnicos fossem traduzidos para formatos mais compreensíveis, para que as comunidades possam se envolver com eles em seus próprios contextos. Embora essas questões possam parecer novas nos fóruns internacionais, elas existem há muito tempo nas práticas ancestrais, visões de mundo e valores dos povos indígenas.
“Essas questões não são novas para nós. O que precisamos é que nossa maneira de nomeá-las seja reconhecida”, mencionou um participante.
Jovens liderando o caminho
As novas gerações de povos indígenas estão preparadas para enfrentar o desafio das mudanças climáticas a partir de suas próprias realidades e perspectivas. Entre elas estão jovens profissionais que estão combinando conhecimentos tradicionais com formação formal para defender suas comunidades em um palco global. Um dos momentos mais inspiradores foi ouvir jovens mulheres indígenas, que expressaram suas preocupações e aspirações de serem agentes de mudança em suas comunidades. Elas falaram sobre trazer soluções e levantar a voz de seus povos em fóruns internacionais.
Rosibel Rodríguez Gallardo, do povo Ngäbe, do sul da Costa Rica, compartilhou:
“É um privilégio participar pela primeira vez de um encontro internacional de mulheres indígenas no Panamá. Quero aprender muito para poder compartilhar com meu povo.”
Essa mudança geracional — enraizada no respeito e na continuidade do conhecimento ancestral — é um sinal do compromisso duradouro com a luta indígena pela justiça ambiental e climática.
Uma parceria para o futuro
O encontro também proporcionou uma oportunidade para construir redes de apoio entre mulheres indígenas de diferentes países, promover o aprendizado mútuo e fortalecer a liderança de cada participante. As jovens demonstraram seu compromisso com suas comunidades e com a continuidade de sua influência na agenda climática.
Da esquerda para a direita: Rosibel Rodríguez Gallardo e Yeshing Upún
Yeshing Upún, Maya Kaqchikel e membro da Rede de Mulheres Indígenas pela Biodiversidade da América Latina e do Caribe, compartilhou:
“É um prazer trocar experiências e conhecimentos, mas acima de tudo, unir esforços e levantar nossas vozes em resposta às diferentes propostas que serão desenvolvidas no âmbito da COP30 e das negociações em curso sobre biodiversidade.” — Yeshing Upún
No encerramento da Semana do Clima, Minnie Degawan, diretora-gerente da Fundação Indígena FSC, refletiu:
“A Semana do Clima deveria ser mais sensível aos aspectos culturais da população local.”
Minnie Degawan, diretora-gerente da Fundação Indígena FSC
Suas palavras nos lembram que não é possível avançar em direção a um futuro climático justo sem ouvir ativamente, respeitar profundamente e incluir genuinamente aqueles que protegem a vida em harmonia com a Mãe Terra desde tempos imemoriais.
Sineia do Vale – Copresidente do Caucus dos Povos Indígenas
Justiça climática com voz: um passo em direção à COP30
Enquanto o mundo aguarda a COP30 em Belém, as mulheres indígenas não estão apenas fortalecendo sua liderança, mas também construindo o conhecimento técnico necessário para participar das negociações internacionais sobre o clima. Embora o workshop do Panamá tenha se concentrado na capacitação, estratégias de advocacy e aprendizagem entre pares, ele também fez parte de um esforço maior para garantir que as mulheres indígenas estejam preparadas para participar de forma significativa em espaços formais, como a 62ª sessão dos Órgãos Subsidiários (SB62) no âmbito do processo da UNFCCC.
Realizado em paralelo com a Semana do Clima do Panamá 2025, este encontro complementou outros esforços preparatórios, como treinamentos técnicos realizados no início de junho por parceiros, incluindo o Fórum Indígena Internacional sobre Mudanças Climáticas (IIFCC), o Fórum Indígena Internacional da Juventude sobre Mudanças Climáticas (IIYFCC), DOCIP, Nia Tero e o Fundo Voluntário das Nações Unidas para os Povos Indígenas (UNVFIP). Essas sessões se concentraram na estrutura e na agenda da SB62 e sua relevância para a COP30, incluindo principais frentes de negociação, como a Meta Global de Adaptação e o Artigo 6 do Acordo de Paris.
Juntos, esses esforços ressaltam a importância de vincular a defesa política à preparação técnica, garantindo que as mulheres indígenas não sejam apenas visíveis nos espaços globais sobre o clima, mas também estejam totalmente preparadas para moldar os resultados.
Reflexões finais
À medida que o mundo se aproxima da COP30 em Belém, as vozes, o conhecimento e a liderança das mulheres indígenas devem permanecer no centro das negociações sobre clima e biodiversidade. Este workshop, viabilizado pela colaboração entre a DGM Global, a Conservation International e a FSC Indigenous Foundation, reafirmou o poder das parcerias na criação de espaços onde as mulheres indígenas podem desenvolver habilidades, compartilhar conhecimento e moldar agendas globais. Fortalecer essas alianças é essencial para garantir que as mulheres indígenas não estejam apenas presentes nos espaços de tomada de decisão, mas também liderando os esforços para construir um futuro mais justo e sustentável para todos.
Por Maria De Leon (Fundação Indígena FSC) e Lidiane Castro (Conservation International)